Minicursos

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  • 1 - O CENÁRIO SOCIOPOLÍTICO E AS TENDÊNCIAS PARA A REDAÇÃO DO ENEM 2020

    Por: SAMUEL DE SÁ RIBEIRO (PROJETO REDAÇÃO IMPACTO/UFV)

    A cartilha do participante do Enem 2019 informava que a prova de redação exige dos candidatos a produção de um texto em prosa, do tipo dissertativo-argumentativo, sobre um tema de ordem social, científica, cultural ou política – para este ano, não será diferente. À vista disso, este minicurso toma como ponto de partida a análise da conjuntura sociopolítica brasileira, ou seja, dos principais fatos noticiados pela mídia ao longo de 2020. Essa observância dos eventos atuais nos possibilitará a discussão das tendências para a proposta de produção textual do exame, bem como a apresentação de variados repertórios socioculturais das áreas da sociologia, da filosofia e da literatura brasileira. Esses conhecimentos de outras áreas podem ser utilizados de modo produtivo em construções argumentativas, de maneira favorável aos candidatos – afinal, dissertações argumentativas bem avaliadas no Enem são, geralmente, de natureza polifônica; são textos interdisciplinares. O minicurso contará também com um momento prático em que algumas dissertações 900+ e nota 1.000 serão analisadas.

    Carga Horária: 2h
    Vagas: 50
  • 2 - USO DAS TECNOLOGIAS PARA A APRENDIZAGEM DA LÍNGUA BRASILEIRA DE SINAIS - LIBRAS

    Por: MARIA DA LUZ OLIVEIRA DIAS (IFPI) e SALVIMAR DE JESUS GOMES (UFPI)

    As tecnologias de informação e comunicação - TICs podem se configurar em uma grande aliada para o ensino e aprendizagem de uma nova língua, uma vez que as novas tecnologias possibilitam uma maior acessibilidade visual, a comunidade surda a recebe como uma potencialidade na comunicação o que estabelece novas possibilidades para o seu processo educacional. No que tange a língua utilizada pela comunidade surda, a Língua Brasileira de Sinais (Libras) ela é de modalidade visual gestual e pode ser aprendida em qualquer fase, desde que haja motivação e pré-disposição para tal. As tecnologias possibilitam que essa aprendizagem seja facilitada e concretizada por meio de diversos softwares. O presente minicurso visa apresentar os principais softwares disponíveis para aprendizagem da Libras, apontando as vantagens e desvantagens de cada um. A metodologia será de cunho prático, onde os participantes terão oportunidade de conhecer e manipular tais tecnologias, podendo posteriormente selecionar a mais apropriada de acordo com sua necessidade.

    Carga Horária: 2h
    Vagas: 50
  • 3 - DESIGN DIGITAL POR MEIO DE APPS

    Por: ALCEU DE LUCENA FURLANI (UFPI)

    O trabalho se baseia de modo a mostrar para pessoas menos experientes a aprenderem a fazer seu próprio design, seja ele de evento ou até mesmo um minicurso, a fim de mostrar quais os apps mais utilizados e as melhores plataformas para criação, onde encontrar vetores, o que são?, as postagens em redes sociais podem influenciar no meu desempenho como empresário?, comerciante no geral? Como utilizar os meios digitais para promover meu negócio?. Em meio a pandemia as artes digitais se tornaram mais do que indispensáveis. Por isso através desse minicurso busco mostrar o caminho aos interessados sobre o quão é importante o meio digital e a influência que ele exerce em nossa sociedade. Um post, um storie, faz sim toda a diferença na hora de demonstrar meu produto, e melhorar o relacionamento entre o cliente e o vendedor ou quem deseja informar sobre o produto em questão. Como as novas tecnologias estão ai, o que será que elas reservam para o futuro?, isso descobriremos no minicurso de design digital por meio de apps.

    Carga Horária: 2h
    Vagas: 50
  • 4 - EDIÇÃO DE VÍDEO AULAS NO SHOTCUT

    Por: RICARDO DE CASTRO RIBEIRO SANTOS (CTF/UFPI)

    O minicurso se propõe a explorar o potencial do software multiplataforma Shotcut no processo de edição de vídeos aulas executadas no momento assíncrono do ambiente remoto. Daremos inicialmente uma visão geral do software abordando as opções da barra menus e de ferramentas. Serão utilizadas ferramentas como inserção de faixas, faixas de vídeos, lista de reprodução, filtros de áudio e vídeo, dividir em indicador de reprodução, separar áudio, afastar ou aproximar linha do tempo e exportar. Dentre os filtros de vídeo estaremos utilizando o removedor de ponto, texto simples e tamanho e posição. Como modelos de trabalho para edição será utilizada uma aula anteriormente ministrada, uma vinheta, um vídeo já disponível no Youtube e um vídeo de intérprete criado utilizando o VLibras. Telas de slides do Power Point também servirão como base para a criação da capa do vídeo (abertura) e conclusão. Os vídeos editados serão convertidos para o formato de publicação do Youtube.

    Carga Horária: 2h
    Vagas: 30
  • 5 - NOÇÕES DE FITOTERAPIA

    Por: MARCELO PRADO SANTIAGO (CTF/UFPI)

    O uso de plantas medicinais pela humanidade ocorre desde os primórdios da civilização humana. E, dentre os seus objetivos, estão a manutenção da saúde, a profilaxia e o tratamento de agravos, em associação ou não com terapias alopáticas, possuindo um caráter holístico para a sua utilização. Terapeuticamente, o uso de plantas medicinais é o escopo essencial da fitoterapia. Importante salientar que a fitoterapia é uma das Terapias Integrativas e Complementares em Saúde (TICS) utilizadas no Brasil. Devido a esse caráter holístico e por ser a TIC mais disseminada na população, é importante para o profissional de saúde ter esse conhecimento básico para orientar a população sobre a melhor forma de uso e manipulação das plantas medicinais. Portanto, este minicurso objetiva, dentre muitos objetivos, expor as noções básicas e as características gerais da fitoterapia para fomentar um cuidado integral ao indivíduo, por meio da visão holística de utilização de uma terapia milenar.

    Carga Horária: 2h
    Vagas: 50
  • 6 - METODOLOGIAS ATIVAS: APRESENTANDO NOVAS PERSPECTIVAS PARA A COMPREENSÃO DOS GÊNEROS E PRÁTICAS ACADÊMICAS

    Por: MARIA LIZANDRA MENDES DE SOUSA (UFPI/CTF/LPT/PIBEX) e NEVELYN MARTINS DE CARVALHO (UFPI/CTF/LPT/PIBIC)

    As metodologias ativas, além de serem estratégias de aprendizagem e contribuírem para a autonomia das/os discentes, favorecem, também, a expansão da curiosidade e o estímulo de habilidades desconhecidas, o que, por sua vez, geram tomadas de decisões mais conscientes para os desafios enfrentados. Destarte, a presente proposta de minicurso tem como objetivo demonstrar como as metodologias ativas podem ser uma ferramenta para auxiliar no processo de ensino e aprendizagem, a compreensão dos gêneros acadêmicos mais utilizados na academia e na escrita/prática acadêmica. Para tanto, alguns questionamentos provocaram a elaboração desse trabalho: Quais metodologias ativas podem ajudar no entendimento a respeito dos gêneros acadêmicos? Será que as metodologias ativas favorecem a escrita/prática acadêmica? Nesse sentido, para dar conta e ênfase às discussões, nos fundamentamos em: Motta- Roth (2010); Vieira e Faraco (2019); Cardoso (2017); Diretrizes Curriculares Nacionais (2010); Pessoa et al (2019); Bottentuit Júnior (2017) e Berbel (2011). À luz das discussões sobre as metodologias ativas enquanto ferramenta para o aprimoramento da compreensão dos gêneros acadêmicos e a escrita/prática acadêmica, o minicurso se organiza em dois momentos. O primeiro traz a apresentação teórica sobre os gêneros acadêmicos, escrita/prática acadêmica e as metodologias ativas estabelecidas e alicerçadas pelas/os autoras/es escolhidas/os para organização do trabalho. No segundo momento serão realizadas, com as/os participantes, práticas por meio de temáticas sobre escrita/prática acadêmica e os gêneros acadêmicos com o auxílio das metodologias ativas para, assim, ampliar e consolidar os conhecimentos partilhados e adquiridos. Realça que para a formação e construção de profissionais proficientes em relação aos gêneros e escrita/prática acadêmica, se fazem necessários novos olhares para as técnicas que favoreçam ainda mais essas competências, e uma delas, são as metodologias ativas.

    Carga Horária: 2h
    Vagas: 50
  • 7 - BIOSSEGURANÇA

    Por: REGINA CÉLIA DA SILVA (UFPI)

    Minicurso voltado para explanar as formas dos cuidados com a biossegurança nos laboratórios de pesquisa, bem como na vida profissional. Para isso, serão expostas as leis vigentes e a relação dessas leis com a pandemia COVID-19. A biossegurança é uma área de conhecimento definida pela Anvisa como condição de segurança alcançada por um conjunto de ações destinadas a prevenir, controlar, reduzir ou eliminar riscos referentes às atividades que possam comprometer a saúde humana, animal e ao meio ambiente, como é o caso agora com a pandemia. Logo, temos que mudar todas as formas de trabalhar, comprar produtos alimentícios, limpeza interna das residências. Os riscos causados pela não utilização dessas normas podem levar a morte de pessoas em suas diferentes áreas de atuação. O importante, agora, é o cuidado com a saúde, sendo que esse cuidado deve ser principalmente com qualidade. A questão fundamental é garantir que qualquer procedimento seja seguro para os profissionais, pacientes, ambientes. Além disso, verificar que a biossegurança minimiza ou elimina os riscos inerentes às atividades de pesquisa, produção, ensino, desenvolvimento tecnológico e prestação de serviços, visando a saúde do homem, animais, a preservação do meio ambiente e a qualidade dos resultados.

    Carga Horária: 2h
    Vagas: 40
  • 8 - SAÚDE MENTAL, SONO E ALIMENTAÇÃO: AÇÕES E ESTRATÉGIAS PARA UM BOM DESEMPENHO ACADÊMICO

    Por: RENATO MENDES DOS SANTOS (UFPI/CSHNB) e DANIEL VICTOR SILVA SOARES (UFPI/CSHNB)

    O minicurso tem como objetivo promover estratégias para trabalhos com saúde, abordando conceitos atuais sobre saúde mental, sono e alimentação. A alta incidência de distúrbios do sono, especialmente a sua privação e irregularidade crônica e a má alimentação geram graves consequências para os seres humanos, principalmente na vida acadêmica. Isso é notável para os estudantes e também para a população em geral, que por consequência disto acabam tendo os piores rendimentos acadêmicos, disfunções autonômicas e emocionais. Portanto a necessidade de se estudar e expandir ações de saúde sobre a alimentação, a qualidade do sono e saúde mental se faz necessária como uma contribuição na forma de medida objetiva para o desempenho psicofisiológico da população. Serão apresentadas técnicas com o intuito de instigar os participantes a desenvolverem estratégias para trabalhos em pequenos grupos, através de exposições dinâmicas e vivências atreladas ao dia-a-dia, com o objetivo precípuo de fomentar o interesse pela temática ministrada. As temáticas de saúde mental, sono e alimentação serão trabalhados por meio de apresentações e atualização de protocolos, visando identificar possíveis distúrbios. A metodologia utilizada será através de recurso audiovisual, discussões e aplicação dos protocolos atualizados. Contudo, espera-se que ao final do minicurso os participantes possam adquirir competências, habilidades e melhora da qualidade de vida.

    Carga Horária: 2h
    Vagas: 50
  • 9 - INDICADORES NATURAIS DE PH: UMA PROPOSTA DIDÁTICA INTERDISCIPLINAR

    Por: JÉSSICA DE GÓES BILAR (UFSM)

    Observando o ambiente que nos cerca, notamos uma variedade de cores e aspectos que caracterizam as plantas de forma única. Muitos destes aspectos são explicados através da bioquímica, como por exemplo, a coloração apresentada, e através desta característica podemos deduzir algumas condições químicas e biológicas, como o pH do solo. Pensando nisto, propõem-se a presente oficina interdisciplinar, relacionando conteúdos de química e biologia, pelo viés ambiental, a qual, através de um experimento acessível e de baixo custo, busca analisar o pH de alguns produtos do nosso cotidiano (vinagre, suco de limão, detergente, hidróxido de sódio) através de indicadores naturais, também presentes no nosso dia a dia (repolho roxo, feijão preto, cebola roxa, beterraba). Os materiais utilizados podem ser encontrados em laboratórios (béquer, tubo de ensaio, etc.), ou até mesmo o que temos em casa, como copos plásticos ou de vidro. Espera-se que o desenvolvimento desta oficina propicie aos participantes uma experiência interdisciplinar, com possibilidades para diferentes propostas didáticas, em que os educandos possam ver a ciência a partir de diferentes formas, e que a troca de conhecimentos seja primordial para o alcance do aprendizado significativo.

    Carga Horária: 2h
    Vagas: 30
  • 10 - APLICAÇÕES DO SISTEMA DE GRÃOS DE PÓLEN DO PIAUÍ (SISPOLEN) PARA A VALORIZAÇÃO DOS PRODUTOS APÍCOLAS

    Por: JULIANA DO NASCIMENTO BENDINI (UFPI/CSHNB) e FRANCISCO DAS CHAGAS IMPERES FILHO (UFPI/CSHNB)

    A região de Picos, Piauí, é um grande polo de produção de mel, destacando-se como detentora de floradas nativas, isentas da ocorrência de monoculturas e da utilização de agrotóxicos. No entanto, são escassos os levantamentos de plantas apícolas da referida região e seus grãos de pólen. O estudo dos grãos de pólen presentes no mel permite inferir quanto à origem botânica do produto e por isso, as coleções de grãos de pólen identificados e organizados, especialmente quando por meio de um sistema computacional de armazenamento de dados, auxiliam pesquisadores, estudantes e empresários do setor apícola. Assim, o mini curso “Aplicações do Sistema de Grãos de Pólen do Piauí (SISPOLEN) para a valorização dos produtos apícolas” visa demonstrar as funcionalidades do estudo dos grãos de pólen (palinologia) auxiliado por um sistema computacional para conhecer a origem botânica dos produtos apícolas produzidos no Piauí e com isso, incentivar e despertar o interesse nos participantes na utilização do referido sistema e para a iniciação de pesquisas na área.

    Carga Horária: 2h
    Vagas: 40